O plano de saúde é obrigado a fornecer o Natalizumabe para Esclerose Múltipla?

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Receber a negativa do plano de saúde para o tratamento pode ser angustiante, especialmente quando o medicamento é fundamental para controlar a progressão da Esclerose Múltipla. No entanto, essa recusa pode ser contestada e revertida com o apoio de um advogado especialista. A seguir, explico os principais motivos dessa negativa e como agir para garantir seu direito ao tratamento.

Por que os planos de saúde negam o Natalizumabe?

As operadoras de saúde costumam utilizar algumas justificativas para negar a cobertura do Natalizumabe. Entre as mais comuns estão:

  1. O medicamento não está no Rol da ANS A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS)
  2. O medicamento não atende às Diretrizes de Utilização (DUT) da ANS
  3. O medicamento é de uso experimental ou off-label

O que fazer se o plano de saúde negar o Natalizumabe?

Se você recebeu a negativa do plano de saúde, siga esses passos para aumentar suas chances de obter a medicação:

  1. Solicite a negativa por escrito:

O plano de saúde é obrigado a fornecer a negativa de cobertura informando a justificativa da recusa.

  1. Peça ao seu médico um relatório detalhado:

Seu médico deve fornecer um laudo explicando a necessidade do Natalizumabe e os riscos da não utilização do tratamento.

  1. Solicite a reavaliação e registre uma reclamação na ANS

Peça uma nova análise ao plano e registre uma queixa na ANS.

  1. Contacte um advogado especialista em Direito à Saúde

Se o plano insistir na negativa (como sempre faz), um advogado especialista em direito à saúde será a sua solução, para requerer as medidas judiciais cabíveis para garantir o seu tratamento.

Conclusão

Se você está enfrentando dificuldades para obter o Natalizumabe pelo plano de saúde, saiba que o direito à saúde é garantido pela Constituição Federal e que os planos de saúde não podem limitar tratamentos essenciais por critérios administrativos.

Caso tenha dúvidas ou precise de orientação, procure um advogado especialista em Direito à Saúde.

Estar bem informado é o primeiro passo para garantir o seu direito ao tratamento adequado.

A saúde não espera!

*Este artigo foi elaborado com o apoio de inteligência artificial para proporcionar um conteúdo claro e informativo.

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